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Influem os espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos? "Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem." Allan Kardec - O Livro dos Espíritos.

30
Out

Impressões de uma Existência

Categoria: MENSAGENS
Tipo: Mensagem

Ao apagar a nossa curta memória, o pensamento que se lhe apresenta no semblante daquele que nos acompanha nos suscita o imaginário. Qual seja ela, o que importa? Fazer-se reconhecer, fazer-se presente. Felicitar-se pela sua utilidade, capaz de impulsionar estratégias de crescimento e satisfação intimas, reerguendo a cada instante o limiar de nossas forças que no íntimo todos nos possuímos em maior ou menor grau.
Ao lembrarmos dos momentos felizes, felizes ficamos ao tornarmo-nos uteis no universos da existência. Tornar seu pensamento único e personificado nos faz autênticos caçadores da verdade intima, qual seja o degrau da necessidade de cada ser.
O olhar filosófico apenas não bastava, o olhar cientifico isolado também não nos preenchia, a religiosidade puramente não nos convencia. A união das bases filosófico-cientifico-religioso nos fazia preencher a capacidade que temos de compreender, já nesta encarnação quão já somos trabalhadores e influenciadores dentro de nosso mundo, cooperando com a criação dos aperfeiçoamentos morais que nos cercam, melhorando o bem geral da humanidade.
Como uma consequência, tornamo-nos necessário compreender o nosso semelhante, que possui as mesmas ansiedades no entendimento de uma coletividade cumplice dos seus membros.
Neste momento, tentamos compreender que a moeda se torna o necessário que causa o dissidio, a contrariedade do necessário com o conflito da posse, do ego com a impotência, da necessidade material da moral, do ímpeto da confiança e da desconfiança, da ação e da vitimização.
Quantos são os dissídios! E não dizendo das nossas premeditadas desconfianças e vitimizações ante a tudo como justificativa premeditada de nossas falhas e desconfianças. Pois! Confiar em Deus é o que Bastaria? Pois que se isso nos é uma meta, como poderíamos faze-lo entendendo que tudo a ele pertence? Ora, será que não seria nossa mente que está no desequilíbrio e que vislumbra um desequilíbrio de nós mesmos pelas nossas próprias atitudes e conclusões?
Imaginamos ser merecedores e entendermos que o criador nos quer o Bem, então, entendamos o Bem que existe no dissidio, o bem que existe na vitimização, na calamidade, na tristeza, para o devido valor darmos as nossas existências que muitas vezes sequer nos apercebemos estar nelas, como muitas vezes acreditei estar.
Grato meu Deus pelas minhas experiências, grato meu Deus pelo aprendizado.
(Um irmão espirita). 28-10-2015 19hs30min.


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" Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más"

Evangelho Segundo Espiritismo, Cap XXXVII, Sede Perfeitos
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